| Proprietários de veículos poderão ter desconto de 8% no pagamento em cota única |
– Como caiu a taxa Selic, reajustamos o desconto de IPVA de 10% para 8%. No entanto, para quem tiver disponibilidade de pagar o IPVA em cota única, não há negócio melhor. Não há outra aplicação financeira no mercado que supere o ganho que se tem, pagando em cota única – explicou o secretário de Fazenda, Renato Villela. As guias para pagamento do imposto estarão disponíveis a partir de 14 de janeiro de 2013, nos sites da Secretaria de Fazenda (www.fazenda.rj.gov.br), do Bradesco (www.bradesco.com.br) e do Detran (www.detran.rj.gov.br), para impressão dos boletos de cota única e de primeira parcela. O tributo poderá ser pago pela internet ou em qualquer agência de toda rede bancária, incluindo a opção de pagamento por débito automático. A mudança fica por conta da emissão dos boletos da segunda e terceira parcelas, que a partir de agora, deverá ser feita exclusivamente no dia da quitação dos mesmos. – O pagamento da primeira parcela ou de cota única poderá ser feito a partir de 14 de janeiro. As pessoas poderão programar o pagamento para débito automático e gozar suas férias sem preocupação. Quem optar pelo pagamento em três parcelas terá que, no dia do pagamento, baixar a guia na internet, ou ir nos totems que o Bradesco disponibiliza em vários pontos da cidade e do estado, imprimi-la e pagar no mesmo dia – afirmou Villela. Imposto 5% mais barato Além disso, na comparação com o ano passado, o IPVA ficará cerca de 5% mais barato, considerando todos os veículos do estado. A redução se deve à queda dos preços dos automóveis usados no mercado. A previsão da Secretaria de Fazenda é de que a arrecadação do IPVA em 2013 seja de cerca de R$ 1,89 bilhão, um aumento de 7,4% em relação a 2012. O valor do IPVA é calculado com base no valor médio de mercado dos veículos usados, que é fornecido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômica (FIPE). Para os veículos novos, a base do cálculo do IPVA é o valor da nota fiscal de venda do veículo e o imposto é calculado proporcionalmente aos meses restantes do ano, a partir do emplacamento.
Calendário de vencimento IPVA 2013 para veículos automotores usados:
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domingo, 16 de dezembro de 2012
SECRETARIA DA FAZENDA DIVULGA NOVA TABELA COM OS VALORES DO IPVA DE 2013
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
ESTADO INAUGURA OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA RJ-234
Trecho de 23 quilômetros que liga São Fidélis a Italva recebeu R$ 39 milhões em investimento

ITALVA - O governador Sérgio Cabral, acompanhado do vice-governador Luiz Fernando Pezão, participou, nesta sexta-feira (7/12), da entrega das obras de pavimentação e recuperação da RJ-234, com 23 quilômetros de extensão de serviços no trecho que liga o município de São Fidélis, no trecho da BR-356, à rodovia RJ-194, em Pureza/Italva. Este projeto teve um investimento de R$ 39 milhões.
Segundo o governador, a entrega das obras da RJ-234 beneficiará as pessoas, os produtos escoados e a economia do Estado.
- Esta estrada é um sonho de mais de 50 anos. O deslocamento para mais longe e para outras cidades passou a ser de outra qualidade, o conforto das pessoas e, ao mesmo tempo, a garantia de viabilizar a economia da região, pois o escoamento da produção também ganha. Este é um presente que estamos dando a esta região. Esta estrada faz uma ligação estratégica e vai gerar, possivelmente, empregos e bem-estar às pessoas – explicou.
O programa de ações neste trecho da RJ-234 recebeu intervenções de drenagem, terraplanagem e pavimentação, além da construção de acostamentos, possibilitando maior segurança neste trajeto até a BR-356. A iniciativa gerou cerca de cem empregos diretos. A nova estrutura da rodovia RJ-234 diminuirá em 80 quilômetros a distância entre São Fidélis e as cidades de Italva e Cardoso Moreira.
Segundo o governador, a entrega das obras da RJ-234 beneficiará as pessoas, os produtos escoados e a economia do Estado.
- Esta estrada é um sonho de mais de 50 anos. O deslocamento para mais longe e para outras cidades passou a ser de outra qualidade, o conforto das pessoas e, ao mesmo tempo, a garantia de viabilizar a economia da região, pois o escoamento da produção também ganha. Este é um presente que estamos dando a esta região. Esta estrada faz uma ligação estratégica e vai gerar, possivelmente, empregos e bem-estar às pessoas – explicou.
O programa de ações neste trecho da RJ-234 recebeu intervenções de drenagem, terraplanagem e pavimentação, além da construção de acostamentos, possibilitando maior segurança neste trajeto até a BR-356. A iniciativa gerou cerca de cem empregos diretos. A nova estrutura da rodovia RJ-234 diminuirá em 80 quilômetros a distância entre São Fidélis e as cidades de Italva e Cardoso Moreira.
O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, também anunciou um novo pacote de obras para a região Noroeste. Estão previstas melhorias em estradas e no controle das cheias.
- A presidenta Dilma (Rousseff) liberou R$ 250 milhões para os canais de transposição de Italva, de Cardoso, de Laje do Muriaé, de Itaperuna e de Santo Antônio de Pádua - enumerou Pezão.
O prefeito de São Fidélis, Luiz Fenemê, falou que a presença do Governo do Estado foi essencial para que esta obra se realizasse.
- Agradeço ao governador pela parceria. Trabalharemos juntos para tornar o município cada vez melhor – disse.
O intervalo reformado da RJ-234 recebeu intervenções de drenagem, terraplanagem e pavimentação, além da construção de acostamentos, possibilitando maior segurança nesse trajeto. A nova rodovia estadual é de considerável importância para o estado, por ser rota de escoamento da produção agrícola de São Fidélis.
Moradores aprovam a recuperação da RJ-234
Renato Pimentel, de 71 anos, só tem motivos para comemorar, pois a sua casa fica localizada na nova estrada pavimentada.
- Antes, esta rodovia era de barro e toda esburacada. A situação piorava mais quando chovia. Por conta disto, o meu carro vivia com problemas no motor. Agora, tudo mudou. Só tenho a agradecer ao Governo do Estado – falou.
Com 63 anos de idade, o aposentado Sebastião Quaresma acredita que o turismo aumentará no município por conta das intervenções realizadas na estrada.
- Esta rodovia ligará São Fidélis aos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Isto será muito bom, poiso comércio lucrará com a presença de novos visitantes – finalizou.
Renato Pimentel, de 71 anos, só tem motivos para comemorar, pois a sua casa fica localizada na nova estrada pavimentada.
- Antes, esta rodovia era de barro e toda esburacada. A situação piorava mais quando chovia. Por conta disto, o meu carro vivia com problemas no motor. Agora, tudo mudou. Só tenho a agradecer ao Governo do Estado – falou.
Com 63 anos de idade, o aposentado Sebastião Quaresma acredita que o turismo aumentará no município por conta das intervenções realizadas na estrada.
- Esta rodovia ligará São Fidélis aos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Isto será muito bom, poiso comércio lucrará com a presença de novos visitantes – finalizou.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
DESTAQUES DO ANO: OPERAÇÕES LEI SECA E BARREIRA FISCAL AMPLIAM ÁREAS DE ATUAÇÃO
Série de reportagens vai mostrar as principais realizações de cada secretaria estadual no ano de 2012
Coordenadas pela Secretaria de Governo, as operações Lei Seca e Barreira Fiscal foram destaque em 2012. Os programas ampliaram suas atuações de fiscalização e conscientização nos dois semestres do ano. No Réveillon de2012, a Operação Lei Seca já dava sinais de que conquistaria a população ao incluir em sua campanha de conscientização um passeio de balão na famosa praia de Copacabana. A ação, que começou no dia 26 de dezembro de 2011 e terminou no dia 1º janeiro de 2012, fez tanto sucesso que recebeu uma reedição no período do Carnaval.
Os voos gratuitos se repetiram na orla durante a folia. O período também contou com outras ações criativas: homensbalão percorreram blocos de rua e boias-blimps flutuantes foram colocadas na Lagoa Rodrigo de Freitas.
De acordo com o coordenador- geral da Operação Lei Seca, major Marco Andrade, nos dois momentos em
que o balão esteve em funcionamento foram realizados mais de 1.230 voos. Além disso, as blitzes de fiscalização aconteceram todos os dias.
De acordo com o coordenador- geral da Operação Lei Seca, major Marco Andrade, nos dois momentos em
que o balão esteve em funcionamento foram realizados mais de 1.230 voos. Além disso, as blitzes de fiscalização aconteceram todos os dias.
– De forma lúdica e divertida, conseguimos chamar a atenção da sociedade para o mote da nossa campanha – disse o major Marco Andrade.
Veja as realizações mais significativas de 2012
Aumento de efetivo e interiorização da operação
Em março, a Operação Lei Seca aumentou, pela primeira vez, seu efetivo de 200 para 250 agentes. A ampliação permitiu que a equipe iniciasse ações de fiscalização e conscientização no interior.
Em março, a Operação Lei Seca aumentou, pela primeira vez, seu efetivo de 200 para 250 agentes. A ampliação permitiu que a equipe iniciasse ações de fiscalização e conscientização no interior.
Prevenção é ampliada
Duzentas e duas palestras educativas foram realizadas em escolas, universidades e
empresas, 116 a mais do que no ano de 2011. A ação também foi incluída na novela Avenida Brasil.
Duzentas e duas palestras educativas foram realizadas em escolas, universidades e
empresas, 116 a mais do que no ano de 2011. A ação também foi incluída na novela Avenida Brasil.
Campanha desperta a atenção de seis estados
Representantes de seis estados (Acre, Pará, Maranhão, Piauí, Paraíba e São Paulo) conheceram o funcionamento das blitzes e o trabalho de prevenção realizado por cadeirantes.
Representantes de seis estados (Acre, Pará, Maranhão, Piauí, Paraíba e São Paulo) conheceram o funcionamento das blitzes e o trabalho de prevenção realizado por cadeirantes.
Números em 2012
Até o dia 22 de novembro, a Operação Lei Seca abordou 307.673 condutores e multou 65.366 motoristas. No total, 27.007 carteiras de habilitação foram recolhidas e 9.847 veículos, rebocados.
Até o dia 22 de novembro, a Operação Lei Seca abordou 307.673 condutores e multou 65.366 motoristas. No total, 27.007 carteiras de habilitação foram recolhidas e 9.847 veículos, rebocados.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
ESTADO DO RJ INSTALA CANTEIRO DE OBRAS PARA DUPLICAÇÃO DA ESTRADA DO CONTORNO
Terreno do Estado será usado como apoio para a construção de mais quatro pistas na rodovia
Foi dada a largada para a duplicação da BR101 Norte, na altura do trecho da Estrada do Contorno, entre Niterói e São Gonçalo. Com 2,5km de extensão, o perímetro ganhará mais duas faixas por sentido, dobrando o número de pistas da via. Nesta sexta-feira (26/10), Secretaria Estadual de Transportes, ANTT e Autopista Fluminense assinaram, com apoio da Secretaria Estadual e Obras, o acordo para implantação do primeiro canteiro de obras.
Localizado no terreno da antiga estação ferroviária de Niterói, propriedade da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística – Central, empresa vinculada á Secretaria de Transportes, o canteiro será utilizado para construção de vigas e estruturas para a ampliação do viaduto de 400 metros que integra a Estrada.
Segundo o superintendente da Autopista, Alberto Gallo, os trabalhos não causarão impacto ao fluxo de automóveis na região. A concessionária, responsável pela administração da rodovia e pelas obras de engenharia civil da duplicação, divulgará, ao longo das atividades, o cronograma de obras, e possíveis mudanças no tráfego.
De acordo com o secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, as obras são vitais para a reorganização do fluxo rodoviário local, acesso às cidades de Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Norte Fluminense.
- Através de uma importante ação de planejamento coordenada pelo vice-governador Pezão, vamos eliminar um dos cinco principais gargalos no trânsito da Região Metropolitana do Rio. Estas intervenções serão absolutamente benéficas aos mais de 90 mil motoristas, que diariamente sofrem com os engarrafamentos do trecho – ressalta o secretário Julio Lopes.
O diretor da ANTT, Jorge Luiz Bastos, explicou que toda a obra já conta com as devidas aprovações e licenças para execução, e que, para serem iniciadas efetivamente aguardam apenas a finalização do processo de indenização dos imóveis desapropriados em algumas áreas adjacentes á rodovia.
A cerimônia, realizada no canteiro de obras instalado - onde máquinas pesadas já estão sendo montadas, contou ainda com as presenças do Ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Moreira Franco, do presidente da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística, Eduardo Macedo, do subsecretário de Transportes, Delmo Pinho, e do ex senador Wellington Salgado.
Localizado no terreno da antiga estação ferroviária de Niterói, propriedade da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística – Central, empresa vinculada á Secretaria de Transportes, o canteiro será utilizado para construção de vigas e estruturas para a ampliação do viaduto de 400 metros que integra a Estrada.
Segundo o superintendente da Autopista, Alberto Gallo, os trabalhos não causarão impacto ao fluxo de automóveis na região. A concessionária, responsável pela administração da rodovia e pelas obras de engenharia civil da duplicação, divulgará, ao longo das atividades, o cronograma de obras, e possíveis mudanças no tráfego.
De acordo com o secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, as obras são vitais para a reorganização do fluxo rodoviário local, acesso às cidades de Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Norte Fluminense.
- Através de uma importante ação de planejamento coordenada pelo vice-governador Pezão, vamos eliminar um dos cinco principais gargalos no trânsito da Região Metropolitana do Rio. Estas intervenções serão absolutamente benéficas aos mais de 90 mil motoristas, que diariamente sofrem com os engarrafamentos do trecho – ressalta o secretário Julio Lopes.
O diretor da ANTT, Jorge Luiz Bastos, explicou que toda a obra já conta com as devidas aprovações e licenças para execução, e que, para serem iniciadas efetivamente aguardam apenas a finalização do processo de indenização dos imóveis desapropriados em algumas áreas adjacentes á rodovia.
A cerimônia, realizada no canteiro de obras instalado - onde máquinas pesadas já estão sendo montadas, contou ainda com as presenças do Ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Moreira Franco, do presidente da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística, Eduardo Macedo, do subsecretário de Transportes, Delmo Pinho, e do ex senador Wellington Salgado.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Rio de Janeiro tem ônibus movidos a diesel de cana-de-açúcar
Frota dos corredores expressos produzirão 90% menos poluição já no ano que vem
POR CHRISTINA NASCIMENTO
Rio - Os ônibus dos corredores expressos BRT serão movidos a diesel de cana-de-açúcar. O combustível que reduz em 90% a emissão de gases poluentes, com o mesmo rendimento, vai abastecer a partir do início de 2013 os 91 ônibus do Transoeste (Barra da Tijuca-Santa Cruz).
Até os Jogos 2016, toda a frota das seletivas BRT e linhas alimentadoras usarão o novo produto. Testes feitos em 20 ônibus que circulam na Zona Sul e Tijuca — nas linhas 409 e 125 — mostraram que o diesel de cana de açúcar tem a mesma capacidade dos de origem de mineral com a vantagem de reduzir em 90% a emissão de gases do efeito estufa.
Até 2014, ano da Copa no Brasil, a expectativa é que o Transcarioca (Barra-Aeroporto Tom Jobim) também esteja sendo abastecidos por diesel de cana. Em 2016, se somarão os corredores Transolímpica (Barra-Deodoro) e Transbrasil (ao longo da Avenida Brasil).
Até os Jogos 2016, toda a frota das seletivas BRT e linhas alimentadoras usarão o novo produto. Testes feitos em 20 ônibus que circulam na Zona Sul e Tijuca — nas linhas 409 e 125 — mostraram que o diesel de cana de açúcar tem a mesma capacidade dos de origem de mineral com a vantagem de reduzir em 90% a emissão de gases do efeito estufa.
Até 2014, ano da Copa no Brasil, a expectativa é que o Transcarioca (Barra-Aeroporto Tom Jobim) também esteja sendo abastecidos por diesel de cana. Em 2016, se somarão os corredores Transolímpica (Barra-Deodoro) e Transbrasil (ao longo da Avenida Brasil).
Os testes começaram em janeiro e vão durar um ano. O novo combustível é na verdade uma mistura, com 30% de diesel de cana e o restante de biodiesel e diesel fóssil.
Movidos pelo novo produto, os os coletivos apresentaram redução média de 1,5% de emissão de fumaça preta. O gerente de mobilidade urbana da Fetranspor, Guilherme Wilson, disse que já foi instalada bomba especial em garagem de Campo Grande paraabastecer os ônibus da Transoeste.
O diesel de açúcar virá de São Paulo e será misturado na Reduc, em Caxias. “Apesar de ser mais caro, as vantagens do novo diesel para o ambiente e, consequentemente, para o cidadão são infinitas. As empresas estão se adaptando à sustentabilidade, esse é o futuro”, afirmou.
Não é necessário adaptar o motor para utilizar o combustível "verde", que é fabricado pela fermentação do caldo de cana, em processo similar ao da produção do álcool.
A diferença é o uso de leveduras geneticamente modificadas. Por ser vegetal, o óleo é isento de enxofre, principal responsável pela emissão de poeira.
Motoristas treinarão com simulador para atuar em situações de perigo
Motoristas de coletivos usados nos corredores BRT vão treinar para atuar em situações de perigo com um supersimulador. Apresentada ontem no Etransport, congresso sobre transporte, a máquina, que custou cerca de R$ 900 mil, é semelhante a um videogame interativo.
Segundo Iñigo Esteban Velázquez, da empresa espanhola Lander, responsável pela fabricação do equipamento, grupo de técnico veio ao Rio em março filmar o trajeto o Transoeste para que a rota fosse reproduzida em animação.
“É o que existe de mais moderno hoje no mercado. Exportamos para América Latina e Europa. É veículo, com comando real, onde podem ser treinadas até 15 pessoas por dia”, explicou Iñigo.
O equipamento simula situações de perigo, como um pedestre que aparece de repente na pista, embarque e desembarque em situações de chuvas e paradas em sinais de trânsito. A máquina tem buzina, sistema de freio e reprodução de sons de outros veículos.
"Planos foram testados muitas vezes" - 5 minutos com Chris Fowler
Por trás da bem-sucedida experiência de Londres como sede da Olimpíada, um destaque é Chris Fowler, responsável técnico pela mobilidade na cidade. Para ele, três anos foram suficientes para traçar e testar ações.
Movidos pelo novo produto, os os coletivos apresentaram redução média de 1,5% de emissão de fumaça preta. O gerente de mobilidade urbana da Fetranspor, Guilherme Wilson, disse que já foi instalada bomba especial em garagem de Campo Grande paraabastecer os ônibus da Transoeste.
O diesel de açúcar virá de São Paulo e será misturado na Reduc, em Caxias. “Apesar de ser mais caro, as vantagens do novo diesel para o ambiente e, consequentemente, para o cidadão são infinitas. As empresas estão se adaptando à sustentabilidade, esse é o futuro”, afirmou.
Não é necessário adaptar o motor para utilizar o combustível "verde", que é fabricado pela fermentação do caldo de cana, em processo similar ao da produção do álcool.
A diferença é o uso de leveduras geneticamente modificadas. Por ser vegetal, o óleo é isento de enxofre, principal responsável pela emissão de poeira.
Motoristas treinarão com simulador para atuar em situações de perigo
Motoristas de coletivos usados nos corredores BRT vão treinar para atuar em situações de perigo com um supersimulador. Apresentada ontem no Etransport, congresso sobre transporte, a máquina, que custou cerca de R$ 900 mil, é semelhante a um videogame interativo.
Segundo Iñigo Esteban Velázquez, da empresa espanhola Lander, responsável pela fabricação do equipamento, grupo de técnico veio ao Rio em março filmar o trajeto o Transoeste para que a rota fosse reproduzida em animação.
“É o que existe de mais moderno hoje no mercado. Exportamos para América Latina e Europa. É veículo, com comando real, onde podem ser treinadas até 15 pessoas por dia”, explicou Iñigo.
O equipamento simula situações de perigo, como um pedestre que aparece de repente na pista, embarque e desembarque em situações de chuvas e paradas em sinais de trânsito. A máquina tem buzina, sistema de freio e reprodução de sons de outros veículos.
"Planos foram testados muitas vezes" - 5 minutos com Chris Fowler
Por trás da bem-sucedida experiência de Londres como sede da Olimpíada, um destaque é Chris Fowler, responsável técnico pela mobilidade na cidade. Para ele, três anos foram suficientes para traçar e testar ações.

Foto: Arthur Moura / Divulgação
1. Tem alguma experiência que vocês não repetiriam em um grande evento?
— Fomos muito bem. Isso se deve a planejamento de três anos. Talvez tenhamos nos preocupado demais com as faixas exclusivas para as comitivas olímpicas. Não eram necessárias tantas. E como fizemos trabalho para que as pessoas evitassem algumas regiões, lojistas reclamaram de vendas fracas.
2. Como os moradores reagiram às mudanças?
— Um ano antes dos Jogos, os responsáveis pelos transportes fizeram pesquisas sobre o que a população faria durante os Jogos. Viajará? Ficará em casa? Isso ajudou a prevenir congestionamentos.
3. Com resultados na mão, como evitar o caos?
— Todos os planos foram testados muitas vezes. Nada aconteceu em cima da hora. Tínhamos ferramenta em site: a pessoa colocava o jogo que assistiria e até numeração de sua cadeira e ficava sabendo qual era o melhor transporte, o tempo de trajeto e até qual porta do estádio era mais próxima. Tínhamos voluntários por toda a cidade. A estratégia era não deixar criar bolsões de gente. As pessoas tinham que se movimentar
4. Muita tecnologia?
— Os voluntários tinham iPad e podiam traçar rotas e informar as pessoas. Tínhamos muitas alternativas.
5. Havia um "plano B"?
— Não tivemos problema com a frota de ônibus, mas tínhamos centenas à disposição se fosse necessário. Fizemos uso algumas vezes.
— Fomos muito bem. Isso se deve a planejamento de três anos. Talvez tenhamos nos preocupado demais com as faixas exclusivas para as comitivas olímpicas. Não eram necessárias tantas. E como fizemos trabalho para que as pessoas evitassem algumas regiões, lojistas reclamaram de vendas fracas.
2. Como os moradores reagiram às mudanças?
— Um ano antes dos Jogos, os responsáveis pelos transportes fizeram pesquisas sobre o que a população faria durante os Jogos. Viajará? Ficará em casa? Isso ajudou a prevenir congestionamentos.
3. Com resultados na mão, como evitar o caos?
— Todos os planos foram testados muitas vezes. Nada aconteceu em cima da hora. Tínhamos ferramenta em site: a pessoa colocava o jogo que assistiria e até numeração de sua cadeira e ficava sabendo qual era o melhor transporte, o tempo de trajeto e até qual porta do estádio era mais próxima. Tínhamos voluntários por toda a cidade. A estratégia era não deixar criar bolsões de gente. As pessoas tinham que se movimentar
4. Muita tecnologia?
— Os voluntários tinham iPad e podiam traçar rotas e informar as pessoas. Tínhamos muitas alternativas.
5. Havia um "plano B"?
— Não tivemos problema com a frota de ônibus, mas tínhamos centenas à disposição se fosse necessário. Fizemos uso algumas vezes.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
ESTADO COMEÇA A CONSTRUIR ESTRADA-PARQUE PARATY-CUNHA
Obras devem começar este mês com prazo de execução de 18 meses

O Governo do Estado deve começar a tirar do papel, ainda este mês, um sonho de décadas para quem mora ou visita Paraty, no litoral Sul fluminense: um caminho mais curto para aqueles que querem chegar ao Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo. Situado dentro do Parque Nacional da Bocaina, o trecho fluminense da estrada Paraty-Cunha, numa extensão de 9,4 quilômetros, será pavimentado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria estadual de Obras, num período previsto de 18 meses.
Depois de cinco anos de espera, a licença de instalação foi concedida na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Meio-Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Agora, o DER dará início à pavimentação da RJ-165 até o limite com o Estado de São Paulo, onde se conecta com a SP-171.
A exemplo da Capelinha-Mauá, na Região do Médio Paraíba, já implantada, a Paraty-Cunha segue o conceito de estrada-parque, com o uso de asfalto menos poluente, a preservação do curso de rios e córregos e a criação de travessias aéreas e subterrâneas para animais, alguns ameaçados de extinção, como o rato-toupeira (Blarinomys breviceps), de apenas 22 centímetros de comprimento e 22 gramas. Também foram catalogadas na região, por um grupo do Laboratório de Zoologia de Vertebrados da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), 31 espécies de mamíferos.
Mas, além de fator de desenvolvimento do turismo da região, facilitando o fluxo de visitantes provenientes de São Paulo e do Sul de Minas Gerais, a estrada vai servir para preservar a própria fauna e flora da Serra da Bocaina, segundo o subsecretário de Urbanismo e Projetos Especiais, Vicente Loureiro. Segundo ele, pavimentar uma estrada como esta significa levar mais segurança e garantir o direito de ir e vir da população, mas, proporcionando, ao mesmo tempo, benefícios ambientais, em função das obras de contenção de encostas e de implantação de sinalização que serão executadas.
- A distância entre Paraty e Cunha será encurtada em 270 quilômetros, ou seja, mais de duas horas. Isso é um ganho fantástico, principalmente para pessoas que moram em Paraty e necessitam, por exemplo, fazer tratamento médico especializado, como hemodiálise, em Taubaté. Ou a colônia de pescadores de Paraty que poderá levar com muito mais rapidez o produto do seu trabalho para vender em São Paulo - ressaltou Loureiro.
Outro ponto importante da estrada é a de servir de rota de fuga em caso de acidente nuclear em Angra dos Reis. Por isso, parte dos recursos para financiar as obras e os projetos ambientais, orçados em R$ 80 milhões, será proveniente da Eletronuclear. O restante virá do empréstimo conseguido pelo governo do estado junto à Comissão Andina de Fomento (CAF).
O trajeto entre Paraty e Cunha tem 47 quilômetros e já fez parte da então Estrada Real, por onde, nos tempos do Brasil Colônia, eram transportados o ouro e os diamantes vindos de Minas Gerais em direção ao porto de Paraty, com destino a Portugal, além de mercadorias e escravos. Na época a Estrada Real era conhecida como Caminho Velho. Mais tarde, a via passou a ser considerada vulnerável a assaltos e, então, foi criado o Caminho Novo, que saía do centro do Rio de Janeiro para Vila Rica (hoje Ouro Preto).
Arco Metropolitano do Rio pode ser inaugurado sem dois trechos
Maior desafio rodoviário do estado e de fundamental importância para o seu desenvolvimento econômico, o Arco Metropolitano do Rio corre o risco de ser inaugurado deixando de fora dois trechos: a ligação com o Porto de Itaguaí e a duplicação da BR-493 (Magé-Manilha), que vai até o entroncamento com a BR-116, em Itaboraí. Como o GLOBO informou no domingo, os dois trechos, que foram incluídos no PAC 2, em 2008, fazem parte dos compromissos assumidos pela União com o estado para a construção do Arco por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Mas, de lá até hoje, o projeto não andou.
Em 27 de agosto passado, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou irregularidades nas obras de duplicação da BR-101 e determinou que o DNIT refizesse o projeto para a construção do acesso ligando a rodovia ao Porto de Itaguaí. Com isso, até mesmo a licitação para a obra, que deveria ter sido inaugurada em 2010, não tem prazo para acontecer.
Pela parceria fechada em 2008 entre o governo do estado e a União, também caberia ao DNIT realizar a duplicação da BR 493, mas, após três anos sem que nada fosse feito, o consórcio Guilhermina abandonou a obra, depois de o ex-diretor do órgão federal, Luiz Antônio Pagot, afirmar à revista “Época” que foi exonerado do cargo por pressão da Delta Construtora, líder do consórcio responsável pelo projeto.
Demora nos repasses
O DNIT alegou que os atrasos foram provocados pela demora em liberações por parte dos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente.
Como O GLOBO mostrou no domingo, as obras do Arco Metropolitano foram iniciadas em 2008 e estavam previstas para serem concluídas, a princípio, em 2010. Mas o projeto, que deverá ter um custo final de R$ 1,1 bilhão, será inaugurado, na melhor das hipóteses, somente em dezembro de 2013. O atraso ocorre por conta de uma série de problemas, como a descoberta de 63 sítios arqueológicos em trechos do projeto, duas mil desapropriações, mais de 200 ações na Justiça e a construção de um viaduto para não acabar com o habitat natural de uma espécie de perereca.
Um dos entraves rodoviários do estado, estrada federal tem muitos registros de atropelamentos
O trecho ainda não duplicado da BR-493 (Magé-Manilha), dentro do projeto do Arco Metropolitano, recebe diariamente a maior parte da carga que chega ao estado e, por isso, tornou-se um dos maiores entraves rodoviários do Rio de Janeiro. Situação grave para os transportes e dramática para seus moradores.
Em Itaboraí, a estrada é conhecida como “rodovia da morte”. De janeiro a agosto, a 71ª DP (Itaboraí) registrou 27 ocorrências de mortes e outras 364 de lesões corporais de trânsito, cerca de um terço do total da 35ª Área Integrada de Segurança Pública que abriga outras quatro delegacias.
— Aqui (BR-493) já morreu muita gente. Não temos passarela, e a única sinalização possível para o morador atravessar é o polegar estendido — conta Gerlane Guedes, que perdeu o pai e o cunhado em acidentes de trânsito na estrada — Meu cunhado morreu há pouco tempo. Nós não saímos mais de casa à noite, porque não há como atravessar. É muito perigoso — acrescenta.
Erenildo Coelho da Silva, por sua vez, está descrente. Para ele, a duplicação da rodovia virou uma lenda.
— A senhora viu a placa (do consórcio Guilhermina, ainda no lugar apesar do cancelamento da obra). Há 50 anos eu moro aqui. E, desde criança, a gente ouve falar que vai duplicar. Isso é lenda — diz Silva, acrescentando: — O problema aqui é que a estrada não foi duplicada. Já o trânsito foi quadruplicado.
A estrada é pouca, não tem calçada, e o jeito é andar pelo meio do nada, conta Romualdo Salustiano Arruda, morador de Parque Azul, na mesma região. Segundo ele, apesar do excesso de veículos, na região os moradores se locomovem a pé ou de bicicleta:
— Aqui só tem trânsito, mas não temos meios de transporte adequado.
Fonte: Estradas.com.br
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Em 27 de agosto passado, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou irregularidades nas obras de duplicação da BR-101 e determinou que o DNIT refizesse o projeto para a construção do acesso ligando a rodovia ao Porto de Itaguaí. Com isso, até mesmo a licitação para a obra, que deveria ter sido inaugurada em 2010, não tem prazo para acontecer.
Pela parceria fechada em 2008 entre o governo do estado e a União, também caberia ao DNIT realizar a duplicação da BR 493, mas, após três anos sem que nada fosse feito, o consórcio Guilhermina abandonou a obra, depois de o ex-diretor do órgão federal, Luiz Antônio Pagot, afirmar à revista “Época” que foi exonerado do cargo por pressão da Delta Construtora, líder do consórcio responsável pelo projeto.
Demora nos repasses
O DNIT alegou que os atrasos foram provocados pela demora em liberações por parte dos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente.
Como O GLOBO mostrou no domingo, as obras do Arco Metropolitano foram iniciadas em 2008 e estavam previstas para serem concluídas, a princípio, em 2010. Mas o projeto, que deverá ter um custo final de R$ 1,1 bilhão, será inaugurado, na melhor das hipóteses, somente em dezembro de 2013. O atraso ocorre por conta de uma série de problemas, como a descoberta de 63 sítios arqueológicos em trechos do projeto, duas mil desapropriações, mais de 200 ações na Justiça e a construção de um viaduto para não acabar com o habitat natural de uma espécie de perereca.
Um dos entraves rodoviários do estado, estrada federal tem muitos registros de atropelamentos
O trecho ainda não duplicado da BR-493 (Magé-Manilha), dentro do projeto do Arco Metropolitano, recebe diariamente a maior parte da carga que chega ao estado e, por isso, tornou-se um dos maiores entraves rodoviários do Rio de Janeiro. Situação grave para os transportes e dramática para seus moradores.
Em Itaboraí, a estrada é conhecida como “rodovia da morte”. De janeiro a agosto, a 71ª DP (Itaboraí) registrou 27 ocorrências de mortes e outras 364 de lesões corporais de trânsito, cerca de um terço do total da 35ª Área Integrada de Segurança Pública que abriga outras quatro delegacias.
— Aqui (BR-493) já morreu muita gente. Não temos passarela, e a única sinalização possível para o morador atravessar é o polegar estendido — conta Gerlane Guedes, que perdeu o pai e o cunhado em acidentes de trânsito na estrada — Meu cunhado morreu há pouco tempo. Nós não saímos mais de casa à noite, porque não há como atravessar. É muito perigoso — acrescenta.
Erenildo Coelho da Silva, por sua vez, está descrente. Para ele, a duplicação da rodovia virou uma lenda.
— A senhora viu a placa (do consórcio Guilhermina, ainda no lugar apesar do cancelamento da obra). Há 50 anos eu moro aqui. E, desde criança, a gente ouve falar que vai duplicar. Isso é lenda — diz Silva, acrescentando: — O problema aqui é que a estrada não foi duplicada. Já o trânsito foi quadruplicado.
A estrada é pouca, não tem calçada, e o jeito é andar pelo meio do nada, conta Romualdo Salustiano Arruda, morador de Parque Azul, na mesma região. Segundo ele, apesar do excesso de veículos, na região os moradores se locomovem a pé ou de bicicleta:
— Aqui só tem trânsito, mas não temos meios de transporte adequado.
Fonte: Estradas.com.br
audiência pública debate impactos da construção do Arco Metropolitano
O Ministério Público Federal (MPF) promoveu hoje(8) na capital fluminense uma audiência pública sobre os impactos ambientais causados pela construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, no entorno da região metropolitana do Rio. A audiência foi convocada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão para esclarecer os termos das licenças expedidas para a construção da rodovia.
O MPF está apurando os impactos da obra na ReservaBiológica Federal (Rebio) do Tinguá, no município de Nova Iguaçu; e na Floresta Nacional (Flona) Mário Xavier, em Seropédica. Segundo a promotoria, a obra poderá ocasionar a destruição do habitat do último fragmento de área de vida disponível para a rã Physalaemus soaresi e do peixe Notholebias minimus, espécie também em extinção .
De acordo com o subsecretário de Urbanismo Regional e Metropolitano da Secretaria Estadual de Obras (Seobras), Vicente Loureiro, entre as propostas apresentadas como solução para o problema está a que prevê a construção do arco rodoviário passando pelo no trecho de maior presença de eucalipto.
Segundo o coordenador regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Luis Felipe de Luca, o instituto vem trabalhando na composição de alternativas de estrutura do traçado para garantir as espécies locais, “e essa estrutura está sendo monitorada, a curto, médio e longo prazo”. Ele disse ainda que, diante da dificuldade de inviabilizar uma estrada com a importância estratégica regional e nacional, “o instituto entendeu que poderia ser dada uma autorização [para o início das obras]”, completou.
Para o vice-presidente da Associação de Moradores do Bairro Esperança, vizinho à Floresta Nacional Mário Xavier, em Seropédica, Antônio Félix de Oliveira, a comunidade lutou muito para que a rodovia fosse desviada 200 metros da Flona, evitando que cortasse a mata, mas não obteve qualquer resposta do Poder Público. “Nem audiência nos deram, porque nós da associação somos pobres. O Arco Metropolitano já está feito, não tem mais saída. Ele vai servir de lição para o futuro. Ninguém vai mudar mais aquilo”, disse.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
OPERAÇÃO LEI SECA PRENDE FORAGIDO DA JUSTIÇA
Agentes da Operação Lei Seca, da Secretaria de Governo, prenderam, na madrugada desta segunda-feira (08/10), um homem foragido da Justiça, durante blitz na Avenida Francisco Portela, no bairro Porto Novo, em São Gonçalo.
Angelo Lima da Silva dirigia um Fiat Strada quando foi abordado e, ao ter os dados verificados pelos agentes, ficou constatado que havia um mandado de prisão pelo crime de roubo contra ele. Angelo foi encaminhado à 73ª DP (Neves).
Desde o início deste ano, 34 foragidos da Justiça foram presos durante ações de fiscalização da Operação Lei Seca.
DER CONCLUI 25% DAS OBRAS DE INFRAESTRUTURA EM CACHOEIRAS DE MACACU
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) já concluiu 25% das obras de infraestrutura previstas para o município de Cachoeiras de Macacu, na Região Metropolitana do Rio. Os serviços, que incluem drenagem, pavimentação e recuperação do pavimento, vão beneficiar cerca de 57 mil moradores de Maraporá, Jacuíba, Papucaia, Agrobrasil, Porto Tabuado e Centro.
Com um investimento de aproximadamente R$ 9 milhões, a obra tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de quem mora, trabalha ou visita o município. A expectativa do órgão é de que todos os serviços estejam concluídos até o final do primeiro trimestre de 2013.
Cerca de 40 empregos diretos e indiretos foram gerados na região, em função das intervenções em Cachoeiras de Macacu.
As principais atividades econômicas do município se concentram na agricultura e na pecuária bovina. O município atrai ainda visitantes interessados em trilhas e montanhismo, dispondo inúmeras de belezas naturais.
OBRAS DO ARCO METROPOLITANO CHEGAM A 65% DE CONCLUSÃO
Construção de três importantes trevos de acesso está avançada
A implantação do segmento do Arco Metropolitano, a cargo da Secretaria estadual de Obras, numa extensão de 70,9 quilômetros, entre Duque de Caxias e Itaguaí, na Baixada Fluminense, já alcançou 65% de obras prontas. A estrada, que é um sonho de mais de quatro décadas, deverá ser inaugurada em dezembro do ano que vem.
Além da pavimentação, a estrada vai ter 54 viadutos, 18 pontes e 82 passagens inferiores – entre elas 10 zoopassagens na reserva florestal da Floresta Nacional Mário Xavier (Flona), em Seropédica, habitat da perereca Physalaemus soaresi, espécie ameaçada de extinção. Também estão sendo construídos três importantes trevos de interseção com rodovias federais que cortam o estado. O valor da obra é de R$ 1,1 bilhão, incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), parceria entre os governos federal e estadual.
O secretário de Obras, Hudson Braga, garante que este trecho do Arco Metropolitano por si só já vai arrumar a malha rodoviária do estado, desafogando o trânsito na capital. A estrada vai se conectar com grandes rodovias federais: Rio-São Paulo (Via Dutra), Rio-Belo Horizonte-Brasília (BR-040), Rio-Santos (BR-101 Sul) e Rio-Bahia (BR-116).
O Arco também é estratégico também do ponto de vista da economia, no âmbito estadual como propulsor do desenvolvimento da Baixada e nacional, por beneficiar diretamente o segmento de cargas, dando mais agilidade, qualidade e rapidez ao setor de transportes e também contribuindo para a redução dos custos.
- Esta obra é um sonho que virou lenda, porque estava no papel desde 1970. Mas, se Deus quiser, vamos entregá-la à população. Ela vai tirar de oito mil a dez mil carretas da Avenida Brasil e da linha Vermelha, melhorando sensivelmente o acesso ao Rio - previu o secretário.
Concluída a colocação de vigas do trevo sobre a Via Dutra
O trevo sobre a Via Dutra, próximo à entrada para Japeri, já teve as vigas assentadas e a etapa a ser cumprida agora é a de colocação e pavimentação das lajes dos três viadutos que o compõem. Os serviços devem ficar prontos na última semana de outubro. Também deverá começar nos próximos dias a implantação das alças de acesso ao Arco, que compreendem serviços de terraplanagem, drenagem, pavimentação e sinalização.
O trevo é um dos mais importantes da nova estrada porque vai atender a demanda de veículos, em especial caminhões de carga, com destino ou vindos de São Paulo e Rio de Janeiro, os dois maiores mercados do país. A previsão é de que 3,5 mil veículos por dia usarão o trevo.
Mais avançada ainda está a construção do trevo na antiga Rio-São Paulo, a BR-495, em Seropédica. Com os dois viadutos praticamente concluídos, está faltando apenas a construção das alças de acesso e da conexão do Arco com os viadutos. A previsão é de que passem pelo acesso entre 500 e mil veículos por dia.
Também está em ritmo acelerado a obra do trevo mais complexo do Arco Metropolitano: a ligação com as BR-040 (Rio-Petrópolis) e BR-116 (Rio-Teresópolis), em Saracuruna, Duque de Caxias. Estão sendo construídas cinco das dez alças viárias previstas. Além destas, está prevista a construção de oito viadutos, quatro em concreto armado e quatro em estrutura metálica. Dos dois viadutos ali existentes, apenas um será mantido, mas ampliado com estrutura metálica, e o outro demolido.
Veja mais fotos do Arco Metropolitano.
A implantação do segmento do Arco Metropolitano, a cargo da Secretaria estadual de Obras, numa extensão de 70,9 quilômetros, entre Duque de Caxias e Itaguaí, na Baixada Fluminense, já alcançou 65% de obras prontas. A estrada, que é um sonho de mais de quatro décadas, deverá ser inaugurada em dezembro do ano que vem. Além da pavimentação, a estrada vai ter 54 viadutos, 18 pontes e 82 passagens inferiores – entre elas 10 zoopassagens na reserva florestal da Floresta Nacional Mário Xavier (Flona), em Seropédica, habitat da perereca Physalaemus soaresi, espécie ameaçada de extinção. Também estão sendo construídos três importantes trevos de interseção com rodovias federais que cortam o estado. O valor da obra é de R$ 1,1 bilhão, incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), parceria entre os governos federal e estadual.
O secretário de Obras, Hudson Braga, garante que este trecho do Arco Metropolitano por si só já vai arrumar a malha rodoviária do estado, desafogando o trânsito na capital. A estrada vai se conectar com grandes rodovias federais: Rio-São Paulo (Via Dutra), Rio-Belo Horizonte-Brasília (BR-040), Rio-Santos (BR-101 Sul) e Rio-Bahia (BR-116).
O Arco também é estratégico também do ponto de vista da economia, no âmbito estadual como propulsor do desenvolvimento da Baixada e nacional, por beneficiar diretamente o segmento de cargas, dando mais agilidade, qualidade e rapidez ao setor de transportes e também contribuindo para a redução dos custos.- Esta obra é um sonho que virou lenda, porque estava no papel desde 1970. Mas, se Deus quiser, vamos entregá-la à população. Ela vai tirar de oito mil a dez mil carretas da Avenida Brasil e da linha Vermelha, melhorando sensivelmente o acesso ao Rio - previu o secretário.
Concluída a colocação de vigas do trevo sobre a Via Dutra
O trevo sobre a Via Dutra, próximo à entrada para Japeri, já teve as vigas assentadas e a etapa a ser cumprida agora é a de colocação e pavimentação das lajes dos três viadutos que o compõem. Os serviços devem ficar prontos na última semana de outubro. Também deverá começar nos próximos dias a implantação das alças de acesso ao Arco, que compreendem serviços de terraplanagem, drenagem, pavimentação e sinalização.O trevo é um dos mais importantes da nova estrada porque vai atender a demanda de veículos, em especial caminhões de carga, com destino ou vindos de São Paulo e Rio de Janeiro, os dois maiores mercados do país. A previsão é de que 3,5 mil veículos por dia usarão o trevo.
Mais avançada ainda está a construção do trevo na antiga Rio-São Paulo, a BR-495, em Seropédica. Com os dois viadutos praticamente concluídos, está faltando apenas a construção das alças de acesso e da conexão do Arco com os viadutos. A previsão é de que passem pelo acesso entre 500 e mil veículos por dia.
Também está em ritmo acelerado a obra do trevo mais complexo do Arco Metropolitano: a ligação com as BR-040 (Rio-Petrópolis) e BR-116 (Rio-Teresópolis), em Saracuruna, Duque de Caxias. Estão sendo construídas cinco das dez alças viárias previstas. Além destas, está prevista a construção de oito viadutos, quatro em concreto armado e quatro em estrutura metálica. Dos dois viadutos ali existentes, apenas um será mantido, mas ampliado com estrutura metálica, e o outro demolido.Veja mais fotos do Arco Metropolitano.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
DETRAN REALIZA EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO EM VIAS RECORDISTAS DE ACIDENTES
Agentes e jovens do projeto Emplacando Vidas estiveram na Lagoa Rodrigo de Freitas
O Detran antecipou em dois dias sua participação na Semana Nacional de Trânsito - que começa oficialmente nesta terça-feira (18/9) -, promovendo, no domingo (16/9), um desfile e uma exposição de carros antigos na Lagoa Rodrigo de Freitas, uma apresentação de peça infantil pelo Teatro da CET-RIO, também ali na Lagoa. e performances, na Av. Borges de Medeiros, proximidades do Estádio de Remo, do projeto “Esquina Exemplar”, que aborda motoristas e pedestres com placas com dizeres sobre a necessidade de se respeitar as leis de trânsito.
Na segunda-feira (17/9), o Esquina Exemplar, que reúne agentes educadores do Detran e jovens do projeto Emplacando Vidas (convênio com o RIOSOLIDARIO - Obra Social do Rio de Janeiro), atuou na Av. Presidente Vargas, altura do número 1110. Hoje (18/9), a equipe voltou à Av. Borges de Medeiros para uma performance no local onde, em 2006, cinco jovens morreram num desastre de carro, após ingestão de bebida alcoólica.
Na quarta-feira (19/8), a performance do Esquina Exemplar será na Av. das Américas, em frente ao Barra Shopping, porque a via é uma das que mais registram acidentes de veículos (15 mortos e 742 feridos em 2011). Pelo mesmo motivo, haverá ações do projeto, na sexta-feira (21/9), no trecho próximo ao Sambódromo da Av. Presidente Vargas (15 mortos e 311 feridos em 2011); e, no dia 24, em Pilares, na Av. Dom Helder Câmara (14 mortos e 430 feridos em 2011). As performances serão também realizadas em locais de grande afluência de público como na Candelária (quinta-feira, 20/9); na esquina da Av. Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Figueiredo Magalhães (sábado, 22/9); e na Rua Visconde de Pirajá, altura da Praça general Osório (domingo, 23/9).
No dia 25, dia oficial de encerramento da Semana Nacional de Trânsito, as equipes do Esquina Exemplar agirão na Av. Rio Branco, em frente ao Theatro Municipal, em cuja escadaria estarão se apresentando os corais do Detran, Uerj, UFRJ e Villa Lobos. As performances serão entre as 9h e 13h, com exceção da que ocorrerá na Av. Rio Branco, marcada para entre 11h e 15h, e as que serão realizadas em frente à sede do Detran, nos dias 17, 18, 19, 20, 21 e 24, na parte da tarde.
Na segunda-feira (17/9), o Esquina Exemplar, que reúne agentes educadores do Detran e jovens do projeto Emplacando Vidas (convênio com o RIOSOLIDARIO - Obra Social do Rio de Janeiro), atuou na Av. Presidente Vargas, altura do número 1110. Hoje (18/9), a equipe voltou à Av. Borges de Medeiros para uma performance no local onde, em 2006, cinco jovens morreram num desastre de carro, após ingestão de bebida alcoólica.
Na quarta-feira (19/8), a performance do Esquina Exemplar será na Av. das Américas, em frente ao Barra Shopping, porque a via é uma das que mais registram acidentes de veículos (15 mortos e 742 feridos em 2011). Pelo mesmo motivo, haverá ações do projeto, na sexta-feira (21/9), no trecho próximo ao Sambódromo da Av. Presidente Vargas (15 mortos e 311 feridos em 2011); e, no dia 24, em Pilares, na Av. Dom Helder Câmara (14 mortos e 430 feridos em 2011). As performances serão também realizadas em locais de grande afluência de público como na Candelária (quinta-feira, 20/9); na esquina da Av. Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Figueiredo Magalhães (sábado, 22/9); e na Rua Visconde de Pirajá, altura da Praça general Osório (domingo, 23/9).
No dia 25, dia oficial de encerramento da Semana Nacional de Trânsito, as equipes do Esquina Exemplar agirão na Av. Rio Branco, em frente ao Theatro Municipal, em cuja escadaria estarão se apresentando os corais do Detran, Uerj, UFRJ e Villa Lobos. As performances serão entre as 9h e 13h, com exceção da que ocorrerá na Av. Rio Branco, marcada para entre 11h e 15h, e as que serão realizadas em frente à sede do Detran, nos dias 17, 18, 19, 20, 21 e 24, na parte da tarde.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
DETRAN SUSPENDE PRAZO PARA RENOVAÇÃO DA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO
Procedimento pode ser feito independentemente da data de validade do documento
Os motoristas do Estado do Rio de Janeiro não precisam mais esperar para renovar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O procedimento agora pode ser feito pelo Detran-RJ independentemente da data de validade do documento. A decisão tem como objetivo facilitar a vida dos clientes, sobretudo dos que têm de viajar no período que coincidiria com o da renovação.– O Detran tem por norma estar cada vez mais próximo do cliente. Entre nossas metas estão a melhoria contínua de uma sempre eficiente prestação de serviços, a desburocratização dos procedimentos e a divulgação de informações que descompliquem a relação entre a população e o Departamento – afirmou o presidente do órgão, Fernando Avelino.
Antes, só era possível dar entrada na renovação do documento 90 dias antes da expiração.
Em seu site (www.detran.rj.gov.br), o Detran-RJ oferece um serviço de alerta, que avisa ao cliente, por e-mail, quando o prazo de validade de sua CNH vai vencer. O primeiro aviso é dado com 90 dias de antecedência. Caso não haja a regularização, um segundo aviso chega ao e-mail do cliente com 60 dias de antecedência. E, na hipótese de a regularização ainda não ter sido realizada, um terceiro e último aviso é enviado com 30 dias de antecedência.
Além disso, o cliente pode também receber por e-mail o aviso da data limite para a realização da vistoria do veículo. Para a obtenção desses dois serviços, é preciso que ele cadastre seu e-mail no portal do Detran, clicando no banner “Detran e Você”, situado na primeira página do site.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
DER-RJ CONCLUI 75% DAS OBRAS DO CONTORNO RODOVIÁRIO DE BARRA DO PIRAÍ
Governo do Estado investiu aproximadamente R$ 51 milhões no projeto
As obras estão dentro do cronograma, com os serviços voltados no momento para a construção da nova ponte de 245 metros de extensão sob o Rio Paraíba do Sul, além de todo o processo de remoção da estrutura antiga. A equipe técnica se concentra na fase de instalação das últimas vigas e concretagem da laje para um prazo dentro de 45 dias.
Os serviços de drenagem e terraplanagem dos 3,6 km de extensão estão prontos, iniciando na próxima semana o inicio da pavimentação. O investimento do DER-RJ está como uma das prioridades do Governo do Estado do Rio de Janeiro, contando com cerca de 70 funcionários atuando no projeto diretamente. O Contorno Rodoviário visa retirar o fluxo pesado de caminhões e similares de dentro do município, desafogando o transito de Barra do Piraí e beneficiando o escoamento de produtos industriais e agrícolas da região. A obra inclui ainda a troca da ponte sob o Rio Paraíba do Sul, que tem 245 metros de extensão.
Por ser cortado pela Rodovia Lúcio Meira (BR-393) e ter ligação com Rodovia Presidente Dutra (BR-116), por meio da RJ-145, o centro de Barra do Piraí sofre com o intenso fluxo rodoviário, o que será melhorado depois da finalização dos trabalhos na localidade. Com seus 95 mil habitantes, o município está localizado na região central do Sul Fluminense, a cerca de 100 km da cidade do Rio de Janeiro.
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